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Lançamento do «Cem Letras Para Fado», o segundo livro da nossa coleção

cemletras

Gagicrc Media Press Apresenta «Cem Letras Para Fado - Fado Tradicional de Adelino a Zé Negro».

Conceito: letras com a métrica adequada ou escolher e adaptar a outro instrumental em direto.

Esta obra trata-se de um trabalho de investigação dedicado ao Fado Tradicional: De “Adelino” a “Zé Negro”. O autor revela que cada letra é meramente uma estória e cada letra indica a melodia com a qual deve ser cantada, existindo ainda a possibilidade de ser adaptada a outra. Em direto, presencialmente ou através das plataformas. Neste conjunto de letras o autor revela os seus diversos estados de espírito, e, bastas vezes relata os dos seus amigos ou vivências destes em particular. A melancolia, a saudade, a tristeza, mas também a alegria e a esperança estão presentes nas letras deste autor. Nesta obra o autor apresenta poemas de valia. As contrapartidas/ recompensas para o leitor são de fato existentes dependendo do hábito e da predisposição do publico em geral e do fadista em particular, que ao utilizar o seu sentimento e olhar mágico, poderá transformar cada trecho, cada melodia, numa obra única para seu desejo pessoal ou oferecer ao amante do fado.

O segundo livro da Coleção IDAS. Um livro de Jorge JC Campos com a  ilustração de Nádia Velez.

O livro pode ser adquirido, na sua versão física ou eletrónica na loja online.

Nota biográfica do autor

Jorge Manuel Ferreira Campos Soares, sempre dedicou, em segredo, a sua vida à escrita. Tratado carinhosamente em família poe Nel, nasceu em Espinho, na freguesia de Silvalde, a 11 de setembro de 1966. Filho de João Oliveira Soares e de Aurora Ferreira Campos. Descende de almas vareiras, nascidas ao mar de Espinho. Ainda muito novo começou a cantar em festas de família e de amigos. Jorge JC Campos aliava às características particulares do timbre da sua voz a uma educação vareira que lhe permitiu cantar pela primeira vez em publico, na tasca dos seus pais, em duo com o seu irmão Joaquim Jorge o fado Canoas do Tejo.
Frequentou as escolas Manuel Gomes de Almeida e Manuel Laranjeira em Espinho sempre com o objetivo de apreender o máximo acerca da nossa língua portuguesa.
Aos 16 anos, Jorge Campos emprega-se como funcionário numa fábrica de ferragens da Freguesia de São Félix da Marinha, freguesia muito próxima de Espinho.
Aos 18 anos começou a distinguir-se entre os amigos pelo valor artístico dos seus trabalhos tendo em conta o seu grau académico de então (9.º ano).
Aos 20 anos com a morte de seu pai, e depois do serviço militar cumprido, foi obrigado a andar por aí, a trabalhar, para se sustentar e criar família.
Até hoje, exerceu atividades sem ligação à arte de escrever, tendo sido funcionário em diversos hotéis e restaurantes como empregado de mesa.
A sua vida seguiu outros caminhos e hoje vive essencialmente centrado na escrita de letras para canções, fado em particular. Pretende agora iniciar-se na vida artística, nesta área.